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Floresta Nacional da Tijuca no Rio de Janeiro

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Conhecida como a maior floresta urbana do mundo, a Floresta Nacional da Tijuca é uma das belezas da cidade maravilhosa que vale a pena conhecer.

O Rio de Janeiro, conhecido como a Cidade Maravilhosa, não encanta apenas por seus atrativos turísticos. Na verdade, você já deve saber que ele também é muito procurado como palco de eventos de grandes dimensões, a exemplo da Copa do Mundo de 2014, não é mesmo?

Contudo, a cidade ainda oferece opções que ganham contato com a natureza, como é o caso da Floresta Nacional da Tijuca, considerada uma das maiores florestas urbanas do mundo, com seus mais de 4.200 hectares.

O bairro da Tijuca, inclusive, localizado na zona norte do Rio de Janeiro, tem fama por ser um lugar que alia lazer, segurança, qualidade de vida e, principalmente, a boa e velha tradição local.

Nesse contexto, imaginando que você quer saber um pouco mais a respeito de Tijuca e conhecer sua Floresta Nacional, preparamos este artigo com todas as informações de que precisa para se apaixonar pelo lugar. Acompanhe!

Tijuca: sinônimo de qualidade de vida

Tijuca é um bairro do Rio de Janeiro com mais de 163 mil habitantes. Ele é considerado de classe média a classe média alta, tido como um dos bairros mais antigos e tradicionais da cidade.

A região é conhecida por estar entre as 20 melhores da capital carioca, já que proporciona aos moradores um estilo de vida tranquilo e, consequentemente, de melhor qualidade.

O bairro é famoso por ser tradicional, ou seja, por se destacar quando falamos em cultura e riqueza arquitetônica. Afinal, com tantas construções antigas históricas, bem como monumentos de encher os olhos, é difícil passar pelo bairro e não se interessar por seus detalhes.

Tijuca também tem muita praticidade a favor dos “tijucanos”, como são chamados seus moradores. Isso porque é dos bairros com mais estações de metrôs, conta com diversas ciclofaixas e fica próximo a uma variedade de serviços. Desde shoppings a grandes hospitais e universidades estão localizados na região.

Natureza na região

Apesar dos pontos positivos mencionados, o bairro deve se orgulhar de algo a mais: a natureza em abundância.

Como atração de Tijuca, no quesito natureza, temos a Floresta Nacional. Tratam-se de 32 m² repletos de muita vegetação e fauna preservadas, porém replantadas. Isso se deve ao fato de que a região havia sido desmatada pelas fazendas de café, mas foi reestruturada a partir de 1861.

E por falar na floresta, precisamos citar o Parque Nacional da Tijuca, que envolve a região, a Serra da Carioca e a Pedra Bonita ou Pedra da Gávea. Também há a Pretos Forros ou Covanca, mas a área é nova e ainda não está disponível para visitação.

No próximo item, então, iremos conhecer sobre o parque, sua história, seus atrativos e como visitar. Vejamos!

Parque Nacional da Tijuca: guia completo

Você sabia que Tijuca está entre as áreas protegidas pioneiras no mundo? Ela é mais antiga até que Yellowstone, que foi o primeiro parque nacional, situado nos Estados Unidos, criado em 1872.

No Parque Nacional da Tijuca, ainda hoje podemos encontrar pés de cafés e ruínas de fazendas e construções antigas. É um verdadeiro colírio para os olhos e — por que não? — para o coração.

História

A história do parque começa com Dom Pedro II, que, em 1861, declarou as florestas da Tijuca e das Paineiras como protetoras. Assim, começou um movimento para que houvesse a desapropriação de fazendas e chácaras, a fim de iniciar o reflorestamento da região.

Infelizmente, o processo de reflorestamento começou com o trabalho de escravos, a comando do Major Manuel Gomes Archer, confiado na época para o serviço. O ponto positivo, porém, é que, em 13 anos, mais de 100 mil espécies de árvores da Mata Atlântica foram plantadas.

Mais tarde, Barão d’Escragnolle ficou encarregado da missão e promoveu o trabalho de paisagismo, realizado pelo francês Auguste Glaziou. Dessa forma, a floresta foi transformada para que pudesse receber o público, contando com lagos, áreas de lazer e recantos para contemplação.

Tempos depois, após um período de abandono, em 1940, o milionário Raymundo Ottoni de Castro Maya revitalizou o parque, incluindo restaurantes, consolidação das vias internas e novos projetos paisagísticos.

Em 1961, o Maciço da Tijuca — como era conhecido — ganhou o nome de Parque Nacional do Rio de Janeiro, com 33 m². Já em 1967, recebeu a denominação definitiva de Parque Nacional da Tijuca.

Um Decreto Federal, em 2004, ampliou os limites do parque ao incorporar a ele outros lugares, como o Parque Lage, a Serra dos Pretos Forros e o Morro da Covanca. Desse modo, passou a ter 39,51 m².

Atrativos

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No parque é possível realizar muitas atividades, desde encontros até trilhas e voo livre. O local é dividido em três setores, já que a área é muito extensa.

No Setor Floresta, por exemplo, há circuitos e pontos para observação. O Bico do Papagaio é um deles, com seu cume de 989 metros de altitude, sendo, inclusive, um dos mais visitados.

Por sua vez, no Setor Serra da Carioca, é possível encontrar o Mirante Dona Marta, com seus 360 metros de altitude e vista panorâmica da cidade.

No mesmo setor também encontramos o Corcovado, que é a famosa montanha de pedra com 704 metros de altitude. No topo, há o monumento do Cristo Redentor, cartão postal do Rio de Janeiro e eleito uma das sete maravilhas do mundo moderno.

Por fim, no Setor Pedra Bonita/Pedra da Gávea, encontramos outro cartão postal da cidade: a Pedra da Gávea, que é o maior monolito (estrutura geológica constituída de apenas uma rocha ou pedra) à beira-mar do mundo. Ela tem mais de 800 metros de altitude e é referência para os navegadores.

Fauna e flora

A começar pela fauna do parque, o lugar conta com 63 espécies de mamíferos de pequeno e médio portes, em torno de 226 tipos de aves, 39 espécies de anfíbios e 31 de répteis. Também acolhe invertebrados, como escorpiões, libélulas, besouros e borboletas.

Já quanto a flora, o Parque Nacional da Tijuca comporta 1.619 espécies vegetais, sendo que 433 delas estão ameaçadas de extinção.

Localização e funcionamento

O Parque Nacional de Tijuca tem entrada pelas zonas norte, sul e oeste. Ele conta com duas sedes: uma na Estrada das Paineiras, em Santa Teresa (RJ); e outra na Estrada da Cascatinha, no Alto da Boa Vista (RJ).

O local funciona diariamente, das 8 às 17 horas ou das 8 às 18 horas (verão). Contudo, alguns pontos funcionam até mais tarde, como o Corcovado, que fica aberto até as 19 ou 20 horas (verão). Verificar o horário é essencial!

Outra coisa interessante é tomar cuidado com as orientações do parque para os visitantes, como não levar animais de estimação, manter-se sempre nas trilhas e observar as placas quanto a possibilidade de banho nas cachoeiras.

Assim, planejar a visita pode ser bem importante para que você aproveite os pontos que escolher da melhor forma possível, sem perder o horário. Com um pouquinho de atenção e organização, conhecer os setores do Parque Nacional da Tijuca será de grande valia.

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